Testemunhos

No final do ano de 2012 comecei a sentir algumas dores no corpo. Inicialmente eram apenas nas costas, depois passaram para as mãos e joelhos. Gradualmente as dores foram aumentando e quando acordava tinha as mãos completamente rígidas, as articulações dos dedos não dobravam.
Em 2013 consultei alguns médicos, demorei dez meses até ser diagnosticado espondilite anquilosante atípica. Atingia não só a zona sacroilíaca, como várias articulações no corpo inteiro. Mesmo medicada, as dores nunca passaram, melhoraram, mas não desapareciam. Continuei assim até 2015, nessa altura os sintomas estavam novamente a agravar-se. Um ano depois, uma amiga falou-me de uma pessoa que tinha uma doença autoimune e era paciente do Professor Pinto Coelho, e que estava a obter ótimos resultados. Decidi marcar uma consulta. E em maio de 2016, tive a primeira. No mesmo dia deixei os imunossupressores, passei a tomar vitamina D + K, magnésio, ómega 3, Curcumina e Probióticos. Já fazia uma alimentação regrada, mas a partir daí eliminei todos os alimentos com glúten e caseína. Em cerca de três semanas deixei de ter dores nas costas, a rigidez matinal e as dores nas articulações passaram num mês e meio. Neste momento, o resultado de todas as análises que faço é igual ao de qualquer pessoa saudável. Passei a praticar exercício físico e não tenho qualquer tipo de limitação.

Filipa Costa Maia

Sempre pratiquei desporto federado, mesmo lutando contra pequenos problemas de saúde inexplicáveis e recorrentes, tudo sintomas do Lúpus que só a partir dos 30 anos de idade foi claramente diagnosticado.
Os tratamentos experimentados pouco ou nada atenuavam os sintomas que apresentava e, por vezes, ainda agravavam mais o meu estado de saúde. Sofri efeitos secundários que provocaram outros problemas, em particular a perda irreversível da visão plena.
A minha qualidade de vida foi ficando cada vez mais afetada, tendo piorado ao ponto de ficar acamada sem me conseguir mexer de forma autónoma e sentindo dores insuportáveis só por fazer uma respiração mais profunda.
Casualmente soube da existência do tratamento do Professor Pinto Coelho para o Lúpus e fui à sua consulta. Dia 20 de Abril acordei bem cedo para o primeiro dia do novo tratamento a esta doença. E nesse dia 20 já não tomei nenhum anti-inflamatório, nenhum anti malárico, nenhum corticoide, nenhum analgésico, nenhum antipirético, nenhum sedativo, nenhum ansiolítico. Ao fim de três semanas as dores foram desaparecendo e todos os outros sintomas também.
Ao fim de três meses voltei a fazer recuperação muscular e ao quarto mês voltei aos treinos de Krav Maga.

Helena Lobato

Mudar hábitos e costumes fortemente enraizados nunca foi fácil. Faz parte de cada um de nós, de cada contexto cultural, da nossa mente sobretudo. Descobrir que se tem uma doença autoimune, como é o meu caso, ou que se tem um problema que pode aparecer a qualquer momento e para o qual a medicina não tem resposta, senão a cirurgia, como é o caso do meu pai, já é mau por si. Ter de mudar os nossos hábitos aparentemente complica a situação.
As respostas que a nossa medicina nos consegue dar foram, para mim e para o meu pai, insatisfatórias. Dizer que terei de fazer um tratamento para a toda a vida que, por um lado poderá retardar os seus sintomas (não estabilizar nem tratar a doença) e que, por outro, poderá ter como consequências o aparecimento de outros problemas como infeções urinárias, anemia, hipertensão, etc., não me pareceu razoável. Dizer que não há outra solução para o problema do meu pai senão tirar os pequenos sarcomas, que lhe têm surgido, através da cirurgia, sem saber como eles aparecem, nem o que influencia o seu aparecimento também não pareceu ao meu pai satisfatório.
Foi esta insatisfação, que nos levou a procurar outras respostas, algo mais. É aqui que surge o Dr. Pinto Coelho. Como o meu pai diz, a vida dele “deu uma cambalhota” desde que o conheceu. Por um lado, é-nos proposto mudar os nossos hábitos alimentares, algo muito difícil de fazer, vindo nós de uma tradição em que uma das coisas mais prazerosas a fazer é sentar numa mesa minhota recheada. Por outro lado, é a nossa esperança. É aquilo que, com algum custo, nos permitirá lutar contra o Lupus e as malditas bolas que já apareceram três vezes ao meu pai, em menos de três anos. É aquilo que nos permite olhar o futuro com um sorriso mais luminoso e com uma confiança que já poderia estar perdida.
Mudar hábitos é muito difícil. Existem mudanças provocadas por fatores que não controlamos, mas existem as que são escolhidas por nós. Estas mudanças, apesar do custo que implicam, são sempre para melhor. É nisso que acreditamos e que nos faz procurar mais respostas. Como disse, na primeira consulta com o Dr. Pinto Coelho, as decisões devem ser tomadas de forma livre e esclarecida, não de forma automática e com a sensação de que não há outra solução, como nos têm feito crer. Teríamos de tomar uma decisão, e a nossa foi escutar ativamente o Dr. Pinto Coelho e seguir cuidadosamente as suas indicações.
Os resultados, entretanto, são visíveis. Com o tratamento proposto e hábitos alimentares mais saudáveis, o meu pai emagreceu mais de dez quilos em cerca de três meses e as análises revelam melhorias notórias. O mesmo se passa comigo. Em três meses, as minhas análises revelam uma melhora incrível e os sintomas físicos têm diminuído (menos formigueiros, menos aftas, menos cansaço, maior vontade comer).

Joana Ribeiro

Quando cheguei à consulta do Doutor Pinto Coelho estava com diagnóstico de hipotiroidismo que, embora acompanhada pelo medico de família e por Endocrinologia, não conseguia aliviar os sintomas. Estava com muito excesso de peso, cansaço crónico, dificuldades de concentração, baixa autoestima… Para além do hipotiroidismo, sofro de asma e andava há cerca de seis meses com tosse e falta de ar ao mínimo esforço. Andava numa fase em que a cada mudança de estação ficava doente, encontrava-me numa apatia geral e extremamente desanimada. Quinze dias depois da consulta e a seguir religiosamente as orientações do professor, a tosse e a falta de ar pararam, comecei-me a sentir muito mais animada e com muita energia e o mais curioso é que não voltei a ficar doente. Não voltei a ter falta de ar, tosse, nada. Agora posso dizer que me sinto uma pessoa saudável.

Joana Reis Lorenço da Chão

O meu filho foi deixando de conseguir andar. Ficamos todos preocupados e recorremos a vários (sete) neurologistas. Nenhum deles adiantava o que se passava com o meu filho. Desesperados continuamos na procura até que encontramos o Doutor Pinto Coelho que por sua vez, nos apresentou a Dra. Filipa Pinto Cardoso e a sua terapia chamada Biofeedback. O Doutor Pinto Coelho foi desde o primeiro contacto bastante acessível e transpareceu uma enorme confiança de que o assunto se resolveria rapidamente. Iniciámos o tratamento que o Doutor nos receitou assim como o Biofeedback com sessões regulares com a Dra. Filipa PC conforme sugerido pelo Doutor. Após seis meses posso constatar que o meu filho já consegue andar, dorme melhor à noite e já não parece a mesma pessoa. Está francamente melhor.

Maria das Neves Cardoso Fernandes

Aos 80 anos perdi a minha companheira de mais de 50 anos de um casamento excecionalmente feliz. Durante os dois anos seguintes estive em depressão profunda. Um dia, já nos meus 83 anos, conheci uma mulher, 30 anos mais nova. Houve uma imediata simpatia e uns tempos depois iniciámos uma vida a dois. Durante o primeiro ano a nossa vida sexual foi boa (com o auxílio do Viagra). Depois fui notando uma perda progressiva do meu desejo sexual. Isto me perturbou muito, muito mesmo. Um dia li um artigo no jornal Público escrito pelo Dr. Pinto Coelho, relacionado com problemas vários consequência do avanço da idade. Pesquisei e marquei consulta. Fui muito bem-recebido, foi-me explicado muita coisa relacionada com o meu problema, fiz várias análises e iniciei o tratamento recomendado. Cerca de um mês depois estava muito melhor e continuei melhorando até que cheguei a um desempenho sexual comparável ao que era nos meus 50/60 anos. Foi como voltar a viver. Um renascimento.

João Jeraldis

Prefiro gastar dinheiro na minha saúde que na minha doença. Quando eu tinha fibromalgia não conseguia nunca ser a mais rápida na piscina. Agora sei que me dói o joelho porque já não me dói o corpo todo. É verdade, Professor, nunca pensei que 40 anos depois do uso contínuo de antidepressivos e outros medicamentos para as dores e outras maleitas, se pode viver sem o uso dos mesmos. Feliz o momento em que decidi fazer por mim e também pela minha família, uma mudança para uma melhor alimentação e melhores cuidados de saúde. Adoro viver e agora muito mais.

Maria Febronia Covas
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